PRÉMIO JOAQUIM CHISSANO - ALUMNI ESTUDANTE MOÇAMBICANO EM PORTUGAL

As candidaturas à 2ª edição do Prémio foram submetidas por Instituições de Ensino Superior associadas da CCPM, até 15 junho.
A votação decorreu de 16 de junho a 15 de julho (inclusive).

A escolha da candidatura vencedora compreendeu quatro etapas, tendo cada uma a ponderação de 25%. Assim:
1. O Conselho Geral votou, de modo secreto, as propostas finalistas de 16 de junho a 15 de julho;
2. Os sócios empresas e sócios solidários da CCPM, com as quotas em dia votaram, de modo digital, nas propostas de 16 de junho a 15 de julho; (cada Associado entra no seu login e vota);
3. A Comissão de Apoio votou, de modo secreto, as propostas finalistas
4. A Fundação Joaquim Chissano votou, de modo secreto, as propostas finalistas.

O Prémio será entregue em Moçambique pelo senhor Presidente Joaquim Chissano, no dia 29 de Agosto.

Votação foi reservada a sócios da CCPM.

A Candidatura vencedora do Prémio Joaquim Chissano 2022 foi a do Dr. Leonel Artur Tomo.


LISTA DE INSCRITOS 
    1
    Ezra Alberto Chambal Nhampoca
    Instituição
    UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
    Cidade
    Vila Real
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    A UTAD gostaria de propor a Prof.ª Doutora Ezra Alberto Chambal Nhampoca, Investigadora Júnior do CEL, para o prémio Joaquim Chissano, com o projeto "Identificação, mapeamento, registo e análise de textos metalinguísticos angolanos e moçambicanos durante o período colonial" [Identification, mapping, registration, and analysis of Angolan and Mozambican metalinguistics texts during the colonial period.]. A Prof.ª Ezra Nhampoca é Licenciada em Linguística e Literatura e mestre em Linguística pela Universidade Eduardo Mondlane e Doutora em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina, e ganhou este concurso internacional, muito competitivo, de forma inequívoca para todos os elementos do júri, pelo seu trabalho científico em prol das línguas nacionais moçambicanas (em especial o Changana) e pelos seus contributos decisivos para a melhoria e visibilidade internacional das questões linguísticas africanas em geral e moçambicanas em particular. Para o prémio Joaquim Chissano também é muito relevante o seu papel na defesa e promoção do ideal de uma sociedade inclusiva moçambicana, em particular das cidadãs moçambicanas, enquanto Presidente da Associação Sororidade Moçambique, que tem como objetivo formar e empoderar as mulheres e outras pessoas interessadas, em teorias e metodologias feministas e assuntos de género. Atualmente também colabora com os Centros de Coordenação de Coordenação dos Assuntos de Género (CeCaGe), co-coordena uma publicação na revista feminista "Artemis", com o tema "Feminismos Africanos: conexões locais e globais" , tendo sido ainda homenageada, em 2017, pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Florianópolis, Brasil, no dia da Mulher Negra e Caribenha, em reconhecimento dos esforços de luta pelos Direitos Humanos, nos quais se inclui a equidade de género. Para mais informações do seu CV científico: https://www.cienciavitae.pt//pt/C71F-5225-5ECA
    2
    Maria De Lurdes Neves
    Instituição
    Instituto Superior de Gestão
    Cidade
    Lisboa
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    O ISG - Instituto Superior de Gestão indica a Professora Doutora Maria de Lurdes Neves, Presidente do Conselho Geral, Coordenadora Científica da Pós Graduação em Gestão Escolar, Investigadora e Docente do ISG.

    Professora Doutora Lurdes Neves
    Presidente do Conselho Geral do ISG e Coordenadora Científica da Pós-Graduação em Gestão Escolar
    Realizou o Doutoramento em Psicologia, com especialização em Psicologia da Educação. Áreas de Especialização em Psicologia da Educação, Psicologia das Organizações, Orientação Vocacional e do Desenvolvimento da Carreira e Coaching Psicológico.
    Marca registada do Coaching para Docentes®. Foi Coordenadora de Gabinetes de Apoio ao Docente em Agrupamentos de Escolas. Especialista em formação nas áreas de Liderança, Avaliação de Desempenho, Gestão de Trabalho em Equipa, Gestão de Conflitos, Formação Pedagógica Inicial e Contínua de Formadores, Diagnóstico, Conceção, Avaliação e Gestão da Formação, Motivação, Liderança de Equipas e Coaching com públicos diversificados do setor público e privado. Consultora especializada em Agrupamentos de Escola, Gestão de Recursos Humanos, Projetos de Liderança Educativa, seleção e recrutamento para o desenvolvimento da liderança estratégica, implementação do projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, coaching educativo e diferenciação pedagógica em sala de aula. Foi Investigadora no Centro de Psicologia da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto. Autora de escalas de perceção de liderança e motivação no trabalho adaptadas a Portugal; Diversas comunicações e publicações nacionais e internacionais na área da liderança, coaching, mudança organizacional, educação e formação profissional.
    3
    Danila Osmane Bijal
    Instituição
    Instituto Politécnico de Leiria
    Cidade
    Leiria
    Ver Perfil
    O Politécnico de Leiria indica a Professora Danila Osmane Bijal para o prémio Joaquim Chissano destacando o seguinte:

    Concluiu o Mestrado em “Sustainable Tourism Management” no Politécnico de Leiria, tendo realizado uma pós-graduação em Gestão de Projetos e Liderança na Holanda – Mastricht School of management. Em 2016 concluiu igualmente o Mestrado em Direção e Consultadoria Turística no Instituto Universitário de Madrid – Espanha.

    Atualmente exerce funções de responsável pela incubadora São José do Instituto Superior Dom Bosco e é coordenadora do departamento de Hotelaria e Turismo ministrando as especialidades de: Receção e Andares; Guias de Turismo, Restaurante e Bar.
    Participa nas atividades da Coomonwealth of Learning – Invest Africa in TVET; É membro fundador da AFQUET – The African Foundation for Quality e-learning for TVET (AFQueT)- professional association of TVET practionners, fundada no ano 2019 com sede no Kenya e atualmente exercendo as funções de secretariado e organizadora de eventos.
    Fez parte da Comissão Técnica Setorial da ANEP e foi avaliadora externa da ANEP (Autoridade Nacional de Educação Profissional).
    Tem participado como voluntária, dentro da instituição onde colabora, em diversas iniciativas na área da ação social, fazendo acompanhamento de famílias carenciadas, estimulando a formação com vista à inserção social de pessoas mais vulneráveis.
    4
    Gustavo Pascoal Paipe
    Instituição
    Universidade do Porto
    Cidade
    Porto
    Ver Perfil
    Gustavo Pascoal Paipe

    Nasceu a 26 de Novembro de 1980 em Inhambane, Moçambique. É docente universitário desde 2009. Actualmente, é professor Auxiliar na Universidade Pedagógica de Maputo, desde 2017 é Director Adjunto para Pesquisa e Pós-graduação na Faculdade de Educação Física e Desporto. É membro da Comissão Científica da Reforma Curricular da Universidade Pedagógica de Maputo; Membro do Conselho Científico e de Direcção da Faculdade de Educação Física e Desporto, e Coordenador da IIº Edição do Programa Doutoral em Ciências do Desporto.
    Em 2017 concluiu o Doutoramento em Ciências do Desporto – Especialidade de Desporto, Educação e Cultura com Distinção na Universidade do Porto e lhe foi atribuído o título de Doutoramento Europeu pela mesma Universidade.
    Em 2013 concluiu o Mestrado em Gestão Desportiva na Universidade do Porto com a escala B da classificação Europeia; Em 2008 concluiu a sua licenciatura em Educação Física e Desporto em Cuba com o título de oro (título atribuído aos estudantes com alto desempenho académico).
    2017 – Coordenador da Comissão instaladora para o desenho e criação da Revista Moçambicana de Ciências do Desporto;
    2018 – Nomeado membro da Comissão institucional para a elaboração de Matrizes curriculares para os cursos de curta duração da Universidade Pedagógica;
    2019 – Membro da Comissão de reflexão sobre os cursos de Pós-graduação da Universidade Pedagógica;
    2019 – Integrou a Comissão Instaladora do ASAF - African students & Alumni Forum;
    2019 – Coordenador institucional do Projecto de Mobilidade UMOVEME da Universidade do Minho;
    É Editor na Revista Intercontinental de Gestão do Desporto (Revista Intercontinental de Gestão Desportiva - RIGD (Intercontinental Journal of Sport Management) ISSN 2237-3373 - Editorial Board (periodikos.com.br); É avaliador nas Revista Portuguesa de Ciências do Desporto,
    Athens Journal of Sport e na Podium – Sport, Leisure and Tourism Review
    5
    Shelsea Denise Jorge Sucumangi
    Instituição
    Universidade do Porto
    Cidade
    Porto
    Ver Perfil
    Chamo-me Shelsea Sucumangi, uma jovem moçambicana de 24 anos. Cheguei a Portugal em 2016 para tirar o curso de Mestrado Integrado em Engenharia Civil na FEUP - Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, tendo concluído os estudos em Setembro de 2021. Durante o meu percurso académico tive a oportunidade de fazer parte do primeiro grupo da InterUp - Associação de estudantes internacionais da Universidade do Porto e fui também presidente da Associação de Estudantes Moçambicanos no Porto - AEMOPorto.
    De momento encontro-me a fazer o meu estágio na área de formação num escritório localizado também no Porto e posso dizer que fui bem recebida pelo mercado de trabalho Português.
    Como objetivos futuros, pretendo continuar a trabalhar cá em Portugal de modo a ganhar experiência no ramo em que estou inserida e eventualmente levar estes conhecimentos comigo de volta a Moçambique em que possa de alguma forma contribuir para o desenvolvimento do meu país.
    6
    Leonel Artur Tomo
    Instituição
    Universidade de Coimbra
    Cidade
    Coimbra
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    Nome: Leonel Nelson Artur Tomo

    Cursos frequentados na UC:

    Licenciatura em Economia, concluída em 2005
    Mestrado em Economia, concluído em 2008

    Bolsas e prémios:
    Menção Honrosa do Prémio Joaquim Chissano, Alumni Estudante Moçambicano em Portugal 2021.
    Foi bolseiro do Instituto de Cooperação Portuguesa e recebeu uma bolsa Sylff no âmbito do Mestrado em Economia pela Universidade de Coimbra em Portugal.

    Experiência profissional:
    Desde maio de 2022, é Presidente do Conselho Executivo da SL Capitais, Sociedade Financeira de Corretagem, S.A. (Primeira Sociedade Financeira de Corretagem em Moçambique).
    Desde junho de 2021, é Presidente da Associação dos Mercados Financeiros de Moçambique (ACI Moçambique).
    Desde abril de 2018 até dezembro de 2021, foi Coordenador da área de Mercado Monetário, Mercado de Capitais, Activos de Renda Fixa no BancABC Moçambique, tendo desenvolvido modelos para dinamização do Mercado Secundário de títulos de dívida em Moçambique. Foi convidado pelo BancoABC Botswana para coordenar e implementar o Modelo de Gestão de Performance e implementação do Proprietory Trading.
    Em 2018, fundou uma Startup : AMF - Academia Mercados Financeiros , vocacionada para a certificação internacional dos dealers a operar no mercado financeiro moçambicano e ao nível dos PALOPs. É neste momento o primeiro e único formador ao nível dos PALOPs acreditado do ACI Dealing Certificate pela ACIFMA.
    Em 2017, foi responsável pela construção do Bond Trading Desk no BancABC, culminando com a primeira operação de Renda Fixa do banco.
    Foi docente nas principais universidades moçambicanas (Universidade Eduardo Mondlane, Universidade Apolitécnica, Universidade São Tomás de Moçambique) tendo implementado as aulas práticas de Econometria com recurso aos programas econométricos de regressão.






Joaquim Chissano - Alumni Estudante Moçambicano em Portugal
Regulamento

Joaquim Alberto Chissano, nascido no Distrito de Chibuto, Província de Gaza, Moçambique, em 22 de Outubro de 1939, foi presidente de Moçambique de 1986 a 2005. Em 1951, foi o primeiro estudante negro a matricular-se no Liceu Salazar (atual Escola Secundária Josina Machel), onde fez os seus estudos secundários. Em 1960, partiu para Portugal para cursar medicina, mas abandonou este país em 1961 devido a perseguição política. Juntou-se à FRELIMO em 1963, na sequência da sua associação com a causa nacionalista. É Doutor honoris causa pela Universidade do Minho e pela Universidade de Coimbra. Venceu a primeira edição do prémio Mo Ibrahim, destinado a premiar estadistas africanos que se tenham distinguido pela boa governação que realizaram nos seus países.
Considerando o contributo que os estudantes podem promover na memória de muitas entidades e populações, através da indelével marca que deixam no desenvolvimento das relações socioeconómicas e da academia, função da sua personalidade e sentido de cooperação, entende a Câmara de Comércio Portugal-Moçambique (CCPM) honrar os seus legados com um prémio que homenageie moçambicanos que tenham estudado em Portugal, reconhecendo, desta forma, o mérito e o contributo para a investigação, o empreendedorismo e a solidariedade.
Entende, ainda, a Câmara de Comércio Portugal-Moçambique honrar o legado do Presidente Joaquim Chissano, também antigo estudante em Portugal, através do reconhecimento da excelência da sua ação na promoção da solidariedade e aproximação entre os povos português e moçambicano, atribuindo o seu nome a um prémio anual a ser conferido a antigo estudante moçambicano em Portugal, nos termos deste Regulamento.

Introdução

A CCPM tem, como principal objetivo, a construção de uma sociedade inclusiva, capaz de valorizar as relações sociais, académicas e económicas entre as comunidades dos dois países.
O
Prémio Joaquim Chissano - Alumni Estudante Moçambicano em Portugal, a ser atribuído a partir de 2021, tem como finalidade reconhecer individualidades moçambicanas que, tendo feito os seus estudos em Portugal, realizam trabalho relevante e se tenham distinguido na área Académica, no Empreendedorismo, na Causa Pública ou de Gestão em Moçambique.

Artigo 1.º
Objetivo

O objetivo do "Prémio Joaquim Chissano - Alumni Estudante Moçambicano em Portugal" é distinguir individualidades que, em parte ou no todo, tenham feito os seus estudos em instituições de ensino superior em Portugal, e tenham contribuído de forma decisiva e com particular impacto na sociedade moçambicana, quer através de uma abordagem teórica (designadamente, com a introdução de novos conceitos, de novas metodologias ou da contribuição para a modificação de mentalidades), quer por via de uma abordagem prática (designadamente, de modalidades de apoio direto).

Artigo 2.º
Elegibilidade

São elegíveis as candidaturas de cidadãos de nacionalidade moçambicana que tenham frequentado instituições de ensino superior em Portugal, e que se tenham distinguido, em Moçambique, na defesa e na promoção do ideal de uma sociedade inclusiva.

Artigo 3.º
Periodicidade

O "Prémio Joaquim Chissano - Alumni Estudante Moçambicano em Portugal" é atribuído anualmente.

Artigo 4.º
Valor do Prémio

O "Prémio Joaquim Chissano - Alumni Estudante Moçambicano em Portugal" deve relevar um particular significado. Assim, sob simbolismo mitológico do ouro, o prémio consiste numa barra de ouro de 50 gr com o Grau máximo de pureza do mercado (999.9), referência C-Hafner Fine Gold Bar 50g Minted e certificado pela London Bulliion Market (LBMA), com número de série único, inserida no Livro de Honra do Prémio, que refere o ano, o nome do homenageado, e os associados da CCPM, sendo suportado pela CCPM.
Serão, ainda, entregues réplicas do mesmo Livro de Honra sobre a associação dos alumni à Instituição de Ensino (alma mater) e à Fundação Joaquim Chissano.

Artigo 5.º
Menção Honrosa

Cada Instituição de Ensino Superior (IES) associada da CCPM pode, anualmente, propor um seu antigo estudante moçambicano (Alumni) que se tenha particularmente distinguido na sua vida académica, e ao qual a CCPM atribuirá uma Menção Honrosa.

Artigo 6.º
Comissão de Apoio

1. A Comissão de Apoio (a Comissão) identifica, deliberando por maioria simples dos seus membros, até seis (6) propostas finalistas.
2. A Comissão é constituída por representantes (um por instituição) dos Senhores Reitores das Universidades, dos Senhores Presidentes dos Institutos e dos Senhores Diretores das Faculdades associadas da CCPM.
3. Integram, também, a Comissão os sócios solidários que sejam Professores Universitários, em Portugal ou em Moçambique.
4. O mandato de cada representante é de um ano.
5. O Presidente do Conselho Geral da CCPM é, por inerência, presidente da Comissão, cabendo à Fundação Joaquim Chissano indicar, anualmente, um vice-Presidente.
6. Para efeitos operacionais, o Presidente da Comissão delega competências, anualmente, num membro da Comissão. Cabe a este vice-Presidente assegurar os bons procedimentos da Comissão.
7. O Presidente da Direção da CCPM integra, por inerência, a Comissão. O representante da Fundação Joaquim Chissano integra, por inerência o Conselho Geral da CCPM.
8. Para além das candidaturas submetidas, online, conforme o previsto no Artigo 9.º deste regulamento, cada membro da Comissão poderá propor candidatos.
9. A CCPM deve indicar o Secretário da Comissão, sem direito a voto, com a missão de apoiar os seus trabalhos e redigir as atas.
10. Em caso de empate, o representante da Fundação Joaquim Chissano terá o voto de qualidade.

Artigo 7.º
Processo de Votação

1. A coordenação e acompanhamento do processo de atribuição do Prémio é da responsabilidade do Conselho Geral da CCPM, composto por personalidades de reconhecido mérito.
2. O processo de voto compreende quatro etapas, com a ponderação de 25% cada. Assim;
a. O Conselho Geral vota, de modo secreto, as propostas finalistas;
b. Os sócios empresas e sócios solidários da CCPM, com as quotas em dia votam, de modo digital, nas propostas;
c. A Comissão de Apoio vota, de modo secreto, as propostas finalistas;
d. A Fundação Joaquim Chissano vota, de modo secreto, as propostas finalistas.
3. A indicação do vencedor coincide com o jantar de Gala do Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa, no Círculo Eça de Queirós.
4. Serão convidados ao jantar os seis candidatos finalistas, podendo, cada um, fazer-se representar por um (1) seu representante.
5. A decisão de atribuição do "Prémio Joaquim Chissano - Alumni Estudante Moçambicano em Portugal" não é passível de recurso.


Artigo 8.º
Critérios de Avaliação

No processo de avaliação das candidaturas são considerados, como critérios fundamentais, a prossecução dos objetivos que presidiram à instituição do Prémio, bem como o impacto, a originalidade e o caráter inovador da contribuição dos candidatos para o ideal de uma sociedade inclusiva, do desenvolvimento económico e do fortalecimento do Sistema de Ciência e Tecnologia de Moçambique e de Portugal.

Artigo 9.º
Candidaturas

1. As candidaturas, devidamente fundamentadas, devem ser submetidas online, em www.ccpm.pt e de acordo com as instruções aí referidas.
2. Os documentos a incluir na candidatura deverão evidenciar os resultados e os impactos das atividades desenvolvidas por cada candidato.
3. Para além dos documentos submetidos com a candidatura, a Comissão de Apoio pode solicitar esclarecimentos adicionais sobre o trabalho desenvolvido pelos candidatos.
4. O Conselho Geral da CCPM, identificará até seis projetos, que serão alvo de votação.
5. O Prémio será entregue no Salão Nobre da Universidade em que o candidato obteve o seu grau académico mais elevado em Portugal, ou na sede da Fundação Joaquim Chissano, em Maputo, devendo a cerimónia decorrer no mês de abril ou outra data a acordar entre as entidades relevantes.

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