PRÉMIO MARIA DAS NEVES REBELO DE SOUSA 2026

O Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa visa, anualmente desde 2019, distinguir individualidades ou organizações que tenham contribuído de forma decisiva e com particular impacto na sociedade moçambicana quer através de uma abordagem teórica (designadamente, com a introdução de novos conceitos, de novas metodologias ou da contribuição para a modificação de mentalidades), quer por via de uma abordagem prática (designadamente, de modalidades de apoio direto).

Valor
O primeiro classificado do Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa tem um valor simbólico de €7.500 (sete mil e quinhentos euros).

O segundo classificado do Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa tem um valor simbólico de €1.500 (mil e quinhentos euros).

O terceiro classificado do Prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa tem um valor simbólico de €1.000 (mil euros).

Processo de Decisão
1. A coordenação e acompanhamento de atribuição do Prémio é da responsabilidade do Conselho Geral da CCPM, composto por personalidades de reconhecido mérito, com o seguinte modelo;
2. O Conselho Geral identifica, deliberando por maioria simples dos seus membros, até seis propostas finalistas. O processo de voto tem quatro etapas, com a ponderação de 25% cada. Assim;
a. O Conselho Geral vota, de modo secreto, as propostas finalistas;
b. Os sócios empresas e sócios solidários, com as quotas em dia, da CCPM, votam de modo digital nas propostas entre 3 de abril a 22 de abril;
c. É promovida uma votação online das (até) seis propostas finalistas, entre 3 de abril a 22 de abril, sendo assegurado que cada ID só pode realizar uma votação. Os responsáveis pelas propostas devem assegurar o modelo e a informação a disponibilizar pela plataforma.
d. As pessoas presentes no jantar de Gala, a 23 de abril, para atribuição e entrega do prémio, têm acesso à votação, também secreta, numa tombola em acrílico transparente, colocada para o efeito na sala.
3. Serão convidados para a cerimónia de entrega de prémios um representante de cada proposta finalista em concurso.
4. A decisão de atribuição do prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa não é passível de recurso.

Critérios de avaliação
No processo de avaliação das candidaturas são considerados, como critérios fundamentais, a prossecução dos objetivos que presidiram à instituição do Prémio, bem como o impacto, a originalidade e o carácter inovador da contribuição dos candidatos para o ideal de uma sociedade inclusiva.

Candidaturas
1. As candidaturas, devidamente fundamentadas, devem ser submetidas exclusivamente online, até ao dia 31 de março, em www.ccpm.pt, de acordo com as instruções aí referidas.
2. Os documentos a incluir na candidatura deverão evidenciar os resultados e os impactos das atividades desenvolvidas pelo candidato nos últimos três anos em Moçambique.
3. Para apoio à inscrição queiram enviar o seu logótipo.
4. Como suporte à informação de apreciação da candidatura, podem enviar até cinco ficheiros, em pdf, com o máximo de 10 mb cada. Para os vídeos poderão enviar o link do vídeo (youtube ou vídeo) ou código para incorporar.
5. Os documentos podem ser alterados até ao final do período de apresentação de candidaturas, através de solicitação a anna.bertoldi@ccpm.pt.
6. Para além dos documentos submetidos com a candidatura, o júri pode solicitar esclarecimentos adicionais sobre o trabalho desenvolvido pelos candidatos.
7. O Conselho Geral da CCPM identificará os (até seis) projetos a votação.
8. Os Prémios serão entregues durante na última etapa do processo de seleção, o Jantar de Gala, no Restaurante Zambeze a 23 de abril de 2026.

Elegibilidade
São elegíveis as candidaturas de quaisquer pessoas singulares ou coletivas, independentemente da sua nacionalidade, que se tenham distinguido, em Moçambique, na defesa e na promoção do ideal de uma sociedade inclusiva.



CANDIDATOS AO PRÉMIO 
38 dias até ao final da votação   Vote no  
  do seu eleito
Total Votos 0
    Empodera Mulher Nampula
    Ver Perfil
    O projeto Empodera Mulher Nampula tem como objetivo central promover a autonomia 
    económica e social de mulheres vulneráveis em comunidades estratégicas da Província de 
    Nampula, através do Modelo APOIES de Autonomia Económica Feminina, uma abordagem 
    inovadora, integrada e sustentável.
    O projeto combina quatro pilares fundamentais, que se reforçam mutuamente:
     1. Capacitação em educação financeira, empreendedorismo e gestão de pequenos  negócios;
     2. Criação de fundos rotativos comunitários;
     3. Mentoria contínua e acompanhamento técnico;
     4. Ligação direta ao mercado e redes comerciais.
    O projeto visa transformar grupos informais em iniciativas económicas estruturadas, capazes de 
    gerar renda, criar empregos locais e fortalecer a autonomia feminina. O impacto esperado inclui:
      Redução da pobreza e melhoria da segurança alimentar;
      Promoção da igualdade de género e fortalecimento do papel das mulheres nas decisões familiares e comunitárias;
      Criação de um modelo replicável que possa ser expandido para outras comunidades e distritos da província;
      Sustentabilidade financeira dos grupos através de fundos rotativos e reinvestimento de lucros.
    A abordagem integrada do projeto distingue-se por combinar formação, financiamento, mentoria e acesso ao mercado, tornando o projeto não apenas um programa de apoio, mas uma estratégia de transformação económica e social duradoura.
    FICHEIROS  
    EMPODERA MULHER NAMPULA - PROGRAMA
    EMPODERA MULHER NAMPULA - BOLETIM DA REPUBLICA
    Associação Amigos De Inharrime - Portugal
    Ver Perfil
    A Associação Amigos de Inharrime - Portugal (AIP) é uma associação sem fins lucrativos fundada em 2015, reconhecida como ONGD pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros em Portugal e pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação em Moçambique.
    A AIP tem como missão promover a cooperação para o desenvolvimento de comunidades em situação de vulnerabilidade, principalmente nas regiões de Inharrime, Namaacha, Maputo e Changara, com foco nas crianças e na criação de oportunidades para o seu futuro, adotando uma abordagem que privilegia duas áreas essenciais: Educação e Saúde, consideradas pilares fundamentais para o desenvolvimento das comunidades e a melhoria das condições de vida. Ao longo destes 10 anos muitos têm sido os projetos abraçados pela AIP, destacando-se o programa de Apadrinhamento, o programa Pão Para Todos (distribuição de lanches escolares) e o programa Bolsas de Estudo.
    A AIP, organização laica, conta com vários parceiros locais, dos quais se destacam o Instituto das Filhas Maria Auxiliadora - IFMA).
    A AIP atualmente é constituída por 20 voluntários em Portugal e 2 voluntários em Moçambique.
    Podem consultar o nosso site: https://www.amigosinharrime.pt
    FICHEIROS  
    RELATÓRIO PÃO PARA TODOS - NOVEMBRO 2025
    RELATÓRIO BOLSAS DE ESTUDO - NOVEMBRO 2025
    Padrinhos Do Mundo Associação
    Sede
    Palácio Baldaya, Estrada de Benfica 701A, 1500-087 Lisboa
    Ver Perfil
    Fornos comunitários: alimentar crianças, formar comunidades.   Um pequeno prémio já mudou vidas - imagine o que podemos fazer agora.   A Padrinhos do Mundo é uma organização dedicada à promoção da educação, da dignidade e das oportunidades para crianças e comunidades vulneráveis em Moçambique. Através do apadrinhamento e de projectos educativos e comunitários, trabalhamos diariamente para que cada criança tenha acesso a educação, alimentação e esperança num futuro melhor.   Apresentamo-nos novamente a este prémio com um profundo sentimento de gratidão.   No ano passado tivemos a honra de receber o 3.º lugar do prémio Maria das Neves Rebelo de Sousa, distinção que nos foi entregue pelo Dr. Pedro Rebelo de Sousa. Nesse momento ouvimos, com humildade e compreensão, que o valor do prémio poderia ser “muito pouco”.   Para a Padrinhos do Mundo, porém, esse “muito pouco”, foi muito.   Com os 1.000 euros recebidos conseguimos construir um forno comunitário em Mútua, no distrito de Sofala. Esse forno tornou-se rapidamente mais do que uma simples estrutura. Tornou-se uma fonte de alimento, aprendizagem e esperança.   Hoje, nesse forno, produz-se pão que ajuda a alimentar as nossas crianças apadrinhadas no projecto “Aprender + Português”, contribuindo para suprir necessidades básicas e apoiar o percurso educativo destas crianças.   Mas o impacto não fica por aí.   O forno abriu também uma oportunidade de aprendizagem, para jovens e adultos da comunidade que começaram a interessar-se pela panificação, como forma de formação e geração de rendimento.   Um pequeno apoio transformou-se assim num projecto vivo dentro da comunidade.   Hoje acompanhamos mais de 300 crianças em várias regiões de Moçambique, Mútua, Chimoio, Manica, Matola e Polana Caniço.   Por isso lançamos agora um novo desafio.   E se o sucesso do forno comunitário de Mútua pudesse chegar às outras comunidades onde a Padrinhos do Mundo está presente?   A criação de novos fornos comunitários nestas regiões permitiria:   1) Reforçar a alimentação das crianças apoiadas; 2) Criar espaços de formação em panificação; 3) Gerar pequenas oportunidades económicas para as comunidades; 4) Fortalecer a autonomia local.   Aquilo que começou com um gesto simples revelou-se uma solução sustentável e transformadora.   Acreditamos que multiplicar este modelo pode trazer uma diferença real para cada criança e para cada família que acompanhamos.   Voltamos a apresentar esta candidatura, não apenas para recordar o passado,  mas para garantir o futuro de muitas crianças que contam connosco. Kanimambo
    FICHEIROS  
    PADRINHOS DO MUNDO - FORNO COMUNITÁRIO
    ADRINHOS-DO-UNDO-IDEO-74480022.MP4
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